segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Inferno Pimba 1

Nada melhor do que iniciar este manual com as linhas gerais a aplicar ao belo sexo. Para isso nada melhor que ouvir os sábios conselhos do guru que iniciou a corrente pimba: o grande Emanuel.



Pela vossa saúde estudem bem este vídeo.
Reparem na souplesse, no penteado, na forma de vestir... com um pouco de sorte e muito treino poderão brilhar repetindo aqueles fabulosos passos de dança.

E a mensagem!
"e se elas querem um abraço ou um beijinho
nós pimba nós pimba
e se elas querem muito amor muito carinho
nós pimba nós pimba
e se elas querem um encosto à maneira
nós pimba nós pimba
e se elas querem à noitinha brincadeira
nós pimba nós pimba"
Haverá algo mais zen do que isto?

Mudanças de rumo

O nascimento do Guilherme veio prejudicar o normal funcionamento deste blog.
Como só contava com ele lá para dia 20, tinha planeado para os primeiros dias de Agosto a publicação um manual de sobrevivência estival, recorrendo para isso a fontes da cultura popular.
A função deste conjunto de documentos que passo a divulgar e a que irei chamar Inferno Pimba, servirá para alertar os mais incautos e evitar que eles se desgraçassem (como eu) numa qualquer festa de aldeia.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Afinal o papá serve para alguma coisa




...e para ir às 8 da noite ao supermercado comprar fraldas.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O dia mais longo

Tudo começou pouco depois das zero horas de sábado.
Tinha-me deitado há pouco tempo quando a Aurora me disse:
"-Ooops! Acho que fiz xixi nas cuecas... Não! Não é xixi..."
Não precisei que ela acabasse a frase para perceber que as águas tinham rebentado.
Mecânicamente corri em busca do "dossier gravidez" e coloquei-o em cima do saco previamente preparado. Enquanto me vestia, a Aurora ligou ao Hospital e chamou um táxi. Os dez minutos que demorou pareceram uma eternidade.
Passados quinze minutos estávamos na maternidade e após examinar a Aurora, a parteira disse-nos que ainda ia demorar um bocadito, uma vez que, apesar das águas se terem rompido, ainda não havia contracções.
A noite passou depressa e de vez em quando conseguia dormitar sentado num cadeirão junto à cama da Aurora. Mas os sonos eram curtos e sempre terminados pelo choro dos bebés acabados de nascer.
O sol acabou por nascer, ficar a pino e por-se, mas a dilatação ainda não era suficiente para a realização do parto.
O choro dos recém-nascidos continuavam a rasgar a calmaria e eu já me interrogava quando ouviria o som do meu...
20:30. Entra uma médica no quarto e diz-me para ir a casa comer qualquer coisa porque o parto iria ser nessa noite. Assim o fiz e passada uma hora estava novamente no hospital depois de ter cravado boleia ao nosso vizinho.
23:30. Entra uma parteira sorridente no quarto e diz-nos: "Vamos a isso?"
Quinze minutos mais tarde estávamos na sala de partos.
A parteira mede a dilatação: "Pelos meus cálculos, o parto vai ser por volta das oito."
Até bati mal! Já não ia à cama desde quinta à noite e fisicamente não estava no meu melhor, mas tinha que aguentar.
Domingo.
6:00. A parteira mede a dilatação. Afinal ela tinha-se enganado nos cálculos. Estavamos prontos.
A médica entra na sala e o "assalto final" começa.
Ao fim de poucos minutos percebo pelo olhar da obstetra que há problemas. As minhas suspeitas confirmam-se quando a vejo pedir os forceps, mas a vontade de ver finalmente o meu filho é superior a isso tudo. Só posso esperar que tudo corra pelo melhor.
6:33 Ao fim de trinta horas de trabalho de parto ouço um bebé a chorar.
É o meu filho! Acho que quero chorar mas agora não consigo.